Eu passaria o resto da vida explicando e ainda sim você não entenderia. O que penso de mim não faria sentindo algum em voz alta. O melhor que pode fazer é ir lendo, e lendo, e lendo – se tiver paciência, claro – mas mesmo assim não posso prometer compreensão, nem da minha parte, nem da sua. Essa coisa de se sentir complexo ajuda na auto-estima, entende? A gente gosta de se achar difícil. Às vezes é verdade, quem sabe dizer? Eu digo, com toda sinceridade que encontro em mim (assumindo que a mesma me foge de vez em quando) que não sei mesmo dizer quem é que sou. Eu sou eu, e isso não me basta, não chega nem perto de bastar, nem longe. Mas como até hoje ninguém me ensinou como faz pra se satisfazer de si, eu vou levando assim, um pouco com fome de mim, um pouco com fome do resto. No final eu vejo no que deu.

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